terça-feira, 28 de junho de 2011

Poema das Nove Árvores


Nine woods in the cauldron go, burn them fast and burn them slow.
Birch into the fire goes, to represent what the Lady knows.
Oak gives the forest might, in the fire brings the God's insight. 
Rowan is the tree of power, causing life and magic to flower. 
Willows at the waterside stand, to aid the journey to the Summerland. 
Hawthorn is burned to purify, and draw faery to your eye. 
Hazel, the tree of wisdom and learning, adds its strength to the bright fire burning. 
White are the flowers of the apple tree, that brings us the fruits of fertility. 
Fir does mark the evergreen, to represent immortality unseen.  
Elder is the Lady's tree, burn it not, or cursed you'll be.


Tradução:

Nove madeiras no caldeirão vão, queime-os rapidamente e queime-os lentamente.  
Vidoeiro no fogo vai, para representar que a Senhora tudo sabe.
Carvalho à floresta poder, no fogo traz a visão e de Deus compreensão.  
Sorveira é a árvore do poder, dando vida e magia à flor.  
Salgueiros na orla descansam, para ajudar na jornada ao País do Verão. 
Pilriteiro é queimado para purificar e trazer fadas ante seus olhos.  
Aveleira, a árvore da sabedoria e da aprendizagem, aumenta sua resistência com ao brilhar e queimar do fogo. 
Branca são as flores da macieira, que nos traz os frutos da fertilidade.  
Pinheiro é a marca do sempre-verde, para representar a imortalidade invisível.  
Sabugueiro é a árvore da Senhora, não o queime, ou será amaldiçoado.



Encontrei este poema, de autor desconhecido, mas ele representa bem como os antigos celtas viam algumas das árvores sagradas e o que elas representavam.
Nove é um número místico e representa o 3 x 3. Ou seja, o perfeito da perfeição da Grande Deusa Tríplice.  
Leia-se "queime-as" como simbologia, já que nem todas elas podiam ser queimadas, o sabugueiro é um exemplo. Queimar, no poema, significa "utilizar".
Feitiços eram feitos utilizando certas partes das árvores. O caldeirão significa o ato da magia, fosse ela queimando galhos, utilizando as flores ou os frutos, preparando óleos ou chás. 

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